Tom de voz
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Neste artigo, vamos discutir como uma modulação correta da voz pode resultar em uma excelente ferramenta para comunicação e gestão de equipe |
O tom de voz faz parte da comunicação não verbal. Pode ser baixo, alto, apenas perceptível, excessivo...
Muitos treinadores/professores não percebem o quão alto ou baixo estão falando, e que a variação de seu tom pode afetar muito a eficácia da comunicação.
Primeiramente, é importante receber o feedback dos jogadores para obter informações sobre como estamos usando nossa voz: Eles costumam nos pedir para repetir? Eles dizem que não conseguem nos ouvir? Eles costumam mostrar testas enrugadas? Nem sempre é culpa deles!
Talvez nosso tom seja muito baixo, como seria apropriado em uma academia, mas não em um espaço aberto barulhento: geralmente há outras equipes treinando ao mesmo tempo, aviões ou tráfego passando, etc. É importante encontrar o volume de voz certo para que nossas mensagens cheguem de forma clara e direta. Além disso, quando os jogadores já estão posicionados no campo, é necessário aumentar nossa voz, bem como escolher uma posição adequada no campo.
Além do esforço físico e do gasto de energia muitas vezes desnecessário, falar continuamente alto e gritar tem muitas outras desvantagens. Gritar continuamente é prejudicial: irrita e cansa, irrita os jogadores e transmite aquela sensação de repreensão tão comum para os jovens que são repreendidos através de uma voz alta em diferentes contextos: na escola, em casa, no campo.
Gritar subconscientemente recorda os sentimentos típicos de uma repreensão: raiva, frustração, sentimento de culpa, angústia, dependendo das experiências passadas do indivíduo.

















































































